Como foi tudo sozinho, estou bem satisfeito com tudo que consegui fazer escrevendo sobre videogame: comecei e encerrei dois blogs e consegui completar uma revista inteira, com 32 páginas de conteúdo. Mas confesso que como eu não busco audiência e sim entregar alguma coisa que eu goste, então meio que fiquei perdido.
No começo da década 2010, época que descobri os jogos indie, um colega de trabalho, o VR, sugeriu que a gente criasse um blog e começasse a escrever sobre games. Eu aceitei e comecei a escrever no Permadeth, nome que foi baseado nos trocadilhos que usavam no Rock Paper Shotgun, além de se basear em uma mecânica de muitos jogos.
Abandonei esse primeiro nome e errei feio mudando para Miss Play. O termo é muito mais usado em card games, que eu joguei bastante de 2019 até 2023, e eu não tive a capacidade de criar uma identidade visual que conseguisse ligar o nome aos textos e games.
Fora isso, eu migrei para o Linux e acabei perdendo o Corel, o único programa de edição de imagens e layout de páginas que eu já domino. Como escrever sobre games e fazer a revista são meus hobbies, eu não achei que valesse a pena gastar tempo de descanso, férias ou trabalho pra aprender outro programa, pelo menos num primeiro momento.
Juntando tudo, depois de escrever um ano debaixo do nome Miss Play, eu finalmente decidi mudar mais uma vez e, agora, eu acho que a nova identidade tem mais a ver com o momento: eu não virei caixista, ainda tenho minha biblioteca na Sony e meu PlayStation 4 pra aproveitar ela, mas entrei na atual geração com um Series S.
Sinceramente, acredito que no cenário da Inteligência Artificial deixando tudo mais caro, é hora dos consumidores analisarem bem a situação para aproveitar o máximo possível, mas gastando o mínimo. E eu quero ajudar a galera a fazer isso com os textos do recém-criado Passe de Jogos.
Não estou falando que é tudo perfeito, longe disso. O XBOX e o Game Pass têm vários pontos negativos, mas enquanto a Sony está em um momento de se aproveitar da base instalada, adotando políticas anti-consumidor para aumentar a receita, a Microsoft quer reconquistar o público que perdeu ou que já é dela, mas se recusou a comprar um console da geração atual.
Tendo explicado tudo isso, eu também quero fazer parte da guerra dos consoles, mas de um jeito diferente. Quero abraçar as críticas que são feitas aos caixistas e usar elas de algum jeito inusitado.
Será que vai dar certo?
No começo da década 2010, época que descobri os jogos indie, um colega de trabalho, o VR, sugeriu que a gente criasse um blog e começasse a escrever sobre games. Eu aceitei e comecei a escrever no Permadeth, nome que foi baseado nos trocadilhos que usavam no Rock Paper Shotgun, além de se basear em uma mecânica de muitos jogos.
Apesar dele ter ficado cadastrado como autor, o VR nunca escreveu nada. O Permadeth praticamente só tem textos meus, com a ajuda bem pontual de uma amiga perdida. Enfim, escrever textos ali de 2013 a 2025 foi legal, mas não reflete mais os meus gostos, traz uma mensagem do meu agrado ou me permite criar uma identidade visual.
Eu precisava de uma mudança.
Abandonei esse primeiro nome e errei feio mudando para Miss Play. O termo é muito mais usado em card games, que eu joguei bastante de 2019 até 2023, e eu não tive a capacidade de criar uma identidade visual que conseguisse ligar o nome aos textos e games.
Fora isso, eu migrei para o Linux e acabei perdendo o Corel, o único programa de edição de imagens e layout de páginas que eu já domino. Como escrever sobre games e fazer a revista são meus hobbies, eu não achei que valesse a pena gastar tempo de descanso, férias ou trabalho pra aprender outro programa, pelo menos num primeiro momento.
Juntando tudo, depois de escrever um ano debaixo do nome Miss Play, eu finalmente decidi mudar mais uma vez e, agora, eu acho que a nova identidade tem mais a ver com o momento: eu não virei caixista, ainda tenho minha biblioteca na Sony e meu PlayStation 4 pra aproveitar ela, mas entrei na atual geração com um Series S.
Sinceramente, acredito que no cenário da Inteligência Artificial deixando tudo mais caro, é hora dos consumidores analisarem bem a situação para aproveitar o máximo possível, mas gastando o mínimo. E eu quero ajudar a galera a fazer isso com os textos do recém-criado Passe de Jogos.
Finalizando: depois de analisar bastante, eu cheguei à conclusão de que o lugar onde conseguimos jogar mais e pagando menos é no Series S usado, em conjunto com uma assinatura do Game Pass ou aproveitando jogos indies e em promoção. Mas, mesmo assim, pode ser que com o serviço de assinatura da Microsoft você não consiga jogar exatamente o título que quer, mas com certeza é onde você vai jogar mais lançamentos pagando menos.
Não estou falando que é tudo perfeito, longe disso. O XBOX e o Game Pass têm vários pontos negativos, mas enquanto a Sony está em um momento de se aproveitar da base instalada, adotando políticas anti-consumidor para aumentar a receita, a Microsoft quer reconquistar o público que perdeu ou que já é dela, mas se recusou a comprar um console da geração atual.
Tendo explicado tudo isso, eu também quero fazer parte da guerra dos consoles, mas de um jeito diferente. Quero abraçar as críticas que são feitas aos caixistas e usar elas de algum jeito inusitado.
Enfim, vou tentar jogar um título do Game Pass por mês e trazer conteúdo sobre ele aqui, neste novo blog, além dos textos de sempre, que aprovietam a situação do mercado para falar de economia, consumo ou algum outro assunto ligado à Geografia.
Ah! E eu escolhi "Passe de Jogos" pela quantidade de trocadilhos que dá pra fazer.
Ah! E eu escolhi "Passe de Jogos" pela quantidade de trocadilhos que dá pra fazer.

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